Em 3 de junho de 1925 desencarna Camille Flammarion, astrônomo francês. Flammarion foi amigo de Allan Kardec, o codificador do Espiritismo. Ao pé do túmulo deste fez um discurso em sua homenagem afirmando que o mesmo era "o bom senso encarnado". A íntegra desse discurso consta do início de Obras Póstumas, em edição da Federação Espírita Brasileira.Tornando-se espírita convicto, seu amigo Allan Kardec, tendo sido escolhido para proferir o discurso à beira do seu túmulo. Posteriormente à sua morte, o iniciante nos estudos Allan Kardec, começou a se dedicar no aprofundamento teológico do espiritismo.
As obras de Flammarion, a partir de então, revelam a sua visão espírita sobre questões fundamentais para a humanidade, como se poderá constatar pelo títulos de algumas obras que constam listadas na bibliografia. Em algumas delas, como "Narrações do Infinito", poderá ser verificada, ainda, a atuação de Camille Flammarion como médium.
O Capítulo VI de A Gênese, uma das obras básicas do Espiritismo, intitulado "Uranografia Geral - o espaço e o tempo", é a transcrição de uma série de comunicações à Sociedade Espírita de Paris, em 1862 e 1863, sob o título "Estudos Uranográficos". Tal obra foi provavelmente escrita por Kardec, embora tenha sido registrada como C.F., as iniciais de Camille Flammarion. Algumas comunicações da referida obra são atribuídas ao Espírito de Galileu.
Fonte: Wikipédia
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